Putaria entre amigos (Parte 3) - Contos Eróticos | magnetlife.ru

Putaria entre amigos (Parte 3)


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Paty, Leandro e eu, continuávamos nossa vida de putaria e sexo ativamente. Já cheguei até a transar com ela em lugares públicos como estacionamento do shopping Interlagos, numa balada GLS que fomos e resolvemos nos arriscar no Dark Room (essa foi memorável, várias pessoas faziam o mesmo e só dava para ouvir os gemidos), escadaria do prédio que eu morava e também no playground de lá e toda ver que íamos ao cinema, acabava rolando uma punhetinha com uma deliciosa gozada em sua mão.

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Teve um feriadão qualquer em um final de semana e resolvemos marcar uma viagem, Paty tem uma prima e tios que moram em Campinas e possuem uma casa lá (Esses dias fiquei sabendo que ela está morando na cidade, inclusive!). Lembro que ela e o Leandro viajariam na Quinta-feira, enquanto eu (O Peão..rs) só poderia viajar na Sexta-feira. Recebi um contato do Rodrigo então, dizendo que queria marcar um churras na casa dele, para comemorar a nova vida de executivo dele (rsrs) e também para matar a saudade, pois não nos víamos a algum tempo, disse então que ia viajar para Campinas para a casa dos tios da Paty e quando voltássemos, marcaríamos para o próximo final de semana (Nessa festa aconteceram coisas inacreditáveis, mas eu chego lá…rsrs).

Depois do expediente na Sexta-feira, peguei minha moto e parti em direção a casa dos tios da Paty, que me receberam muito bem. A prima dela, que vou chamar de Val era um tesão, tinha uns 18 ou 19 anos, pele bem branquinha, olhos castanhos escuros, um belo par de coxas e uma bunda bem empinadinha, os seios eram pequenos e o corpo dela era bem distribuido. Tinha uma tatuagem enorme nas costas e alguns piercings (Piercing e tatoos me deixam louco!!!).

Mal cheguei lá e já me puxaram para sair e ir curtir um barzinho na cidade, onde rolava musica ao vivo e encher a cara até voltar carregado pra casa (palavras do Leandro!). O rolé tava bom, todos rindo e bebendo até que o Leandro sumiu com a Paty e eu fiquei sozinho na mesa com a Val, ficamos conversando sobre coisas aleatórias, nada muito sério e então ela me chamou para dançar. Estava rolando um forrozinho universitário e ficamos ali, dançando e conversando ao pé do ouvido do outro e eu já me aproveitava e roçava meu pau duro nela a todo o momento, deixava ela sentir e aos poucos já estava mordendo seu pescoço e sua orelha, abaixando a mão da cintura e apertando sua bunda e puxando ela com força para colar no meu corpo. Não estava mais aguentando de tesão e mandei pra ela:

– A dança tá boa, mas o que eu quero mesmo é beijar a sua boca gostosa!

– Pensei que não ia pedir! – disse ela.

Puxei-a pela mão e a levei para fora do bar, encostamos em um carro ali começamos a nos beijar e curtir com nossas mãos todos os pontos dos nossos corpos, ela mordia meus lábios e arranhava meu peito por baixo da camisa, beliscava meus mamilos e as vezes descia e mordia minha barriga. Eu apertava sua bunda com força, chegando até a levanta-la do chão, a ponta dos meus dedos chegava a roçar entre as pernas e sentia o calor e a umidade daquela bucetinha deliciosa, puxava seus cabelos para ter todo aquele pescoço para mim, mordia, lambia e chupava, sentindo o suor dela na língua, até que ela fala no meu ouvido:

– Minha prima me conta tudo o que vocês fazem com ela pelo MSN (faz tempo, heim?), falei pra ela que queria experimentar você, negão gostoso!!!

Aquelas palavras me arrepiaram da cabeça aos pés e meu tesão simplesmente chegou ao nível crítico! Já era por volta das 4 da manhã quando subi na moto com ela e partimos para um Motel, a vontade que eu tinha era foder ela ali na rua mesmo, mas consegui me segurar. Dentro do quarto, parecíamos 2 animais no cio, ela era bem leve e eu na época era um cara bem atlético e forte (tenho 1,87m e tinha aproximadamente 95 kg, ela tinha pouco mais de 1,50 m), encaxei suas pernas em meus quadris, encostamos na parede e ali começamos a nos beijar e arrancar nossas roupas descontroladamente, sentia ela arranhando minhas costas e ombros enquanto eu praticamente engolia seus seios, mordendo eles e chupando muito. Virei ela de costas para a parede e prendi suas mãos, como se ela tivesse sendo enquadrada pela polícia e deixei ela sentir meu pau duro pela calça, roçando sua bunda, ela se jogava para trás e rebolava nela, enquanto eu mordia a nuca e descia com a língua pelas costas até o seu reguinho e arranquei sua calça jeans bem justa junto com o minusculo fio dental que usava, ela se virou já abrindo meu cinto e da mesma forma, arrancou a minha calça com a boxer e tudo, expondo meu pau duro, babando e apontando na direção da sua boca. Ela pôs a mão no meu peito e me empurrou em direção a cama, me deixando deitado. Sua face era completamente diferente do que se via normalmente, parecia que ela ia me devorar, a boca salivava muito e ela passava a língua nos lábios:

– Hmmm, que pau gostoso, deixa eu chupar ele bem gostoso?

– Ele é todo seu, meu tesão, faça o que quiser com ele! – Disse eu.

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Ali ela começou uma chupada inesquecível, ela engolia tudo com muito gosto, sempre olhando para mim, piscando o olho e gemendo, batendo com ele no rosto esfregando ele todo molhado pelo pescoço e até fez uma espanhola, batendo com ele nos seus mamilos duríssimos. Não consegui aguentar a esse boquete sensacional e gozei em sua boca, enquanto gozava ela o enfiou todo na boca e engoliu tudo, sem desperdiçar uma gota, e então voltou a chupar novamente num frenesi incrível. Meu pau nem chegou a amolecer!!!

Me levantei da cama e a pegando pela cintura, joguei ela de bruços e enfiei meu rosto entre suas pernas até enterrar minha língua dentro da sua buceta que estava fervendo de quente e muito molhada, ela colocou um travesseiro embaixo da barriga e seu rabo delicioso ficou bem empinado para mim, sentia ela contraindo a buceta e apertando a minha língua dentro dela, eu batia forte em sua bunda, arrancando gritos, palavrões e muitos gemidos, senti ela gozando várias vezes na minha boca e eu sugava todo seu melzinho e depois compartilhava beijando a sua boca, voltando a chupa-la em seguida.

– Vem cá gostoso, quero ver porque minha prima gosta tanto dessa rola, mete ela toda dentro de mim, vai!!!

A buceta dela estava tão molhada e lubrificada que meu pau entrou todo de uma vez só, fazendo ela olhar para trás dando um grito e me xingando. Me excitei demais com aquilo e passei a bombar forte nela, puxando seu cabelo para trás e batendo em seu rosto, chamando ela de puta:

– Não queria saber porque a sua prima gosta da minha rola, sua putinha? Então vou fazer como faço com ela, cachorra!

Ela empurrava sua buceta contra meu pau e eu continuava enfiando com força nela, os gemidos eram praticamente gritos e pedidos de “Isso, me arromba seu negão filho da puta, fode com força!!!”. Sem tirar meu pau de dentro dela, me virei e fiz ela cavalgar de costas para mim, ela se deitava e rebolava com meu pau dentro e depois sentava forte, deixando só a cabeça na entrada de sua grutinha e descendo com tudo. Tentei segurar o gozo o máximo possível e então explodi e gozei dentro dela, dando um grito de tesão, liberando o resto de energia que ainda tinha. Ela desabou em cima de mim, de costas, sobre meu peito e ficamos ali, ofegantes por alguns minutos, dando alguns sorrisos um para o outro. Ela se virou e montou em mim, os corpos suados e podia ver vários arranhões e marcas que certamente iam dizer muita coisa no dia seguinte! Voltamos a nos beijar, dessa vez como um casal normal, meu pau roçava sua bucetinha bem depilada e voltava a dar sinal de vida, ela sentiu e começou a rebolar devagar, pegou ele com a mão e colocou na entrada de sua rachinha, molhada e ainda pingando minha porra. Começamos mais uma foda ali mesmo terminando com mais uma deliciosa gozada em seu rosto. Já passava das 7:00 quando resolvemos tomar um banho e só então vimos o estrago que fizemos em nosso corpos, eu tinha diversos arranhões pelas costas, ombros, pescoço, chupadas no peito e ela também possuia vários hematomas de apertões nos braços e pernas, coxas e pescoço. Tomamos um banho juntos e bem demorado fazendo piada com cada uma das marcas da madrugada violenta de sexo que tivemos, a agua do chuveiro batia e ardia muito, arrancando gargalhadas a cada grito de “Ai, caralho!!!”. Ficamos nos ensaboando e nos beijando até que iniciamos mais uma boa trepada embaixo do chuveiro, também violenta e cheia de tapas, arranhões, apertões e tudo o que há de mais gostoso em uma boa foda. Nos vestimos (As roupas estavam uma loucura. Minha camiseta estava toda rasgada e o sutien dela estava estourado..rsrs!) passamos em uma padaria para tomar café e partimos para casa.

A Paty e o Leandro já estavam em casa, dormindo em um dos quartos e os pais da Val já estavam tomando café na mesa da cozinha. Apenas os cumprimentei e mal tive coragem de olhar na cara deles de tanta vergonha e parti para o quarto para descansar. Durante esse final de semana, meio que ficou 2 casaizinhos, eu e a Val e o Leandro e a Paty, o que gerou uma briguinha entre nós, que contarei mais pra frente…. Continua…

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Conto enviado por:  Victor Lionheart (Obrigado)

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