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Empregada Evangélica


Meu nome é Remara, sou evangélica, estou noiva, mas não sou virgem a um bom tempo, pois já dei boceta, chupei alguns cacetes. Mas nunca dei meu rabinho. Isso porque minha religião diz que mulher não deve dar nunca o cuzinho dela. Contudo, como toda mulher, tenho desejos de ser possuída por trás. Meu noivo só brincava de meter, me torturava, embora ache que ele nem percebesse isso. Ele ficava esfregando a cabeça do pau no meu rabinho. Mas não me penetrava, se acabando na punheta melando meu anelzinho.

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Estava desempregada uma época, precisava trabalhar então meu noivo conseguiu um emprego pra mim de empregada, uma vez por semana, na casa de amigos evangélicos. Assim, minha vida seguia normal, trabalhando uma vez por semana na casa desse casal, até que um dia veio passar uns tempos com eles um rapaz, bonito, simpático, muito educado, mas também muito recluso. Passava a maior parte do tempo no quarto, ou na rua. Nunca aparecia para as orações da tarde, costume daquele casal. Descobri depois que ele não era evangélico.

Certo dia, passando pela frente do quarto dele, deparei – me com uma cena que me fez meu corpo esquentar como se tivesse com febre. A porta estava entreaberta, o rapaz estava na cama, uma revista aberta a seu lado, que ele folheava com uma mão e com a outra batia uma punheta.

Era um pau maior que do meu noivo, que me fez lamber e depois morder o lábio quando ele gozou abundantemente, em dois jatos, o primeiro mais forte o segundo bem mais fraco. Quando percebi que ele iria se levantar, sai rapidamente sem ele me ver. Pouco depois fui para casa com a imagem daquela vara na cabeça.

Quando estava no banho me masturbei imaginando loucuras. Imaginei-o puxando para seu quarto, primeiro tapando minha boca, depois dando tapas na cara, me fazendo ajoelhar-se a sua frente me obrigando a mamar seu pau extremamente duro. Depois me jogasse na cama, arrancasse minha calcinha enfiando em seguida aquela rola em mim, metendo gostoso e sem dó da minha bucetinha. E por fim me arrombasse pelas portas dos fundos. Gozei na siririca deliciosamente com esses pensamentos.

Depois, já no meu quarto pensei – Será que estou me perdendo? Eu estava me tornando uma vagabunda? . Conclui que até aquele momento não. Contudo, minha mente não parava de divagar entre o que consideravam certo e errado. Minha família, minha congregação me puniriam com certeza, ou achariam que estava possuída pelo mal. Eu sabia que não estavam eram meus pensamentos apenas.

Deitada sem conseguir dormir eu falei baixinho para mim mesma – Sendo eu uma mulher evangélica que se masturba sonhando ser possuída de todas as maneiras, e se posso ter a oportunidade de ter relações sexuais como uma puta sem ninguém saber, eu não deveria tentar?

Um sorriso estampou-se em meu rosto, pouco antes de adormecer com a resposta: Sim, eu devo tentar sim. Dias depois, resolvi aproveitar uma chance. Descobri que ele ficaria sozinho na parte da tarde. Disse ao meu noivo que ia à casa da patroa terminar um serviço.  Coloquei um vestido mais justo e mais curto que tinha.

Já na casa dos meus patrões, comecei a conversar com ele, que me correspondia sorridente. Toquei no assunto de relacionamento, intimidades, que ele continuou respondendo bem alegre.
Tentando me insinuar, olhava na direção ao pau dele, isso me fazia apertar as pregas do cuzinho imaginando o pau dele dilatando tudo.

Cheguei a determinado momento insinuar algo. Mas sem nenhum resultado. O tempo estava passando, precisava ir embora logo, pois os patrões poderiam voltar.  Tinha que tomar uma decisão rápida. Porém, um lado meu pensou que isso seria errado com meu noivo, faze-lo de corno. Sai dali decidida a pedir “conselhos” a uma amiguíssima que a todos sempre se mostrou corretos, a filha do pastor.

Contei tudo a ela da minha vontade em dar para outro, de ser tratada como puta. Ela me ouviu séria me deixando muito apreensiva, pois sabia serem errados meus desejos e fantasias sujas e degradantes. Minha amiga me olhou por um tempo calada após meu desabafo. Então, abriu um sorriso e falou – Quer meu conselho? Pois então ousa bem – falou olhando diretamente nos meus olhos e eu esperava uma repreensão, mas me surpreendi com a fala dela.

– Mulher bonita tem mais é que entra na rola sim. Tem que usar uma roupa bem sexy. Quer sentir um pau grosso esticando a boceta? Então vai dar a boceta minha amiga. Tem vontade de dar o cuzinho? De bem gostoso a bunda para o homem gozar tudo no seu rabinho. Quer chupar um pau? Chupe e deixe bem babado, porque quanto mais mamar um cacete, mais bonitos ficam os lábios – Fiquei de boca aberta com aquelas palavras – Você é bonita, mamando bem uma rola gostosa seus lábios vão ficar divinos – completou.

Fiquei sem palavras, não sabia o que falar, ela também não me deu tempo, pois continuou – Olha, já que ele vai embora, tudo bem, é só ir ao templo depois e orar pelos deslizes. Amiga eu faço sempre isso. Dou umas escapadas por ai, dou bem gostoso, ás vezes só chupo até beber todo leite. Depois volto para casa e para meu marido – Falou baixo para mim que ouvia tudo de olhos arregalados – Ás vezes quando o cacete é grosso fico toda ardida de tanto meter. Nesses dias se o maridão quer algo, resolvo mamando o pau dele e depois dou a bundinha – Falou rindo e completou – Ninguém desconfia da meretriz que sou.

Pensei – Não acredito, imaginei que receberia um sermão e um puxão de orelhas e ao invés disso ela me instiga a ser vagabunda, ainda me aconselha a chupa bem uma pica. Com conselhos desse tipo, fiquei com a boceta coçando – Agradeci a amiga que me olhava com olhinhos miúdos e um sorriso safado nos lábios.
Assim, á noite quando meu noivo chegou disse a ele que a minha patroa tinha me solicitado um servicinho extra e teria que ir a sua casa dela. Ele muito compreensivo acreditou e foi embora. Ciente que o casal iria ao culto das oito, sabia que ele estaria só na casa.

Coloquei um vestido curto sem sutiã, que comprara á tarde, assim como uma calcinha de seda cujo fio se instalava perfeitamente no reguinho. Passei um brilho labial.  A casa da patroa fica duas da minha.
Quando cheguei ele estava no banho, pensei – Ótimo hoje realizo meu desejo de ser putinha – Mas tinha que ser rápida. Fechei a porta da casa e por precaução até a janela fechei. Dirijo-me a porta do banheiro, bato e digo que precisava entrar e urgente fazer xixi.

– Oi, mas o que você esta fazendo aqui essas horas? – Ele pergunta admirado.
– Esqueci-me de fazer uma coisa hoje antes de ir embora, vim terminar – Falei quase rindo.
Claro que ele me deixou entrar no banheiro, ficando de costas no Box. Mas agora como agir? Ir-me frente e ser ousada e agarra a chance que tanto esperava afinal ele não conhecia ninguém além do casal e contar ele não ia. Então Sentada no vaso, me esforçando para fazer cair umas gotas de xixi que eu falei – Obrigada por me deixar entrar, precisava mesmo.
– Sem problemas – fala olhando sobre o ombro para mim que sorrio agradecida
– Me deixa ver teu pau?
– O que?
– Me deixa ver teu pau? E se me deixar segurar, bato uma punheta para você? Quer?

Ele se vira, abre o Box, vejo uma grande rola rosada e cabeçuda. Seu pênis já estava duro e apontava para cima e era muito grande para apenas uma das minhas mãos. Conscientemente passo a línguas nos lábios
Ele sorri e diz – Sei bem o que você quer. Esta louquinha para chupar meu pau.

Balanço a cabeça positivamente. Nesse instante ele toma ar de autoridade e tomou conta da situação, aproximando-se de mim ordena que eu o masturbe. Levei o corpo um pouco à frente e coloquei membro entre meus seios macios e masturbei e percebi que o membro não estava tão duro e sim semi flácido, enquanto meu xixi resolveu sair. Olhei para ele e perguntei – Isso fica só entre nós certos? – E ele alisou meus cabelos e puxou minha cabeça para seu pau que abocanhei e mamei delicadamente.

Chupa cadelinha com gosto – Comecei a beijar a cabeça e passar a língua pelo eixo, aos poucos fiz uma garganta profunda. Eu estava respirando com dificuldade tamanha era a grossura e usei uma mão para acaricia suas bolas e minha uma mão desceu até a minha boceta e entrou pela racha. E ainda fazendo xixi, meus dedos encontraram meu clitóris inchado. Eu estava me masturbando e não demorou muito para eu me fazer gozar.

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Excitada passei ao vai e vem rápido no membro, Em determinado momento ele me segura pela cabeça começando a foder meus lábios. Mal conseguia respirar com aquela tora entrando e saindo rápido.
– Delicia – ele geme e eu recebo na boca um jorro de esperma. Ele puxa a vara para fora e vejo o membro sair brilhando com saliva e porra, instintivamente passei a língua recolhendo um pouco de porra dos lábios.

Sorrindo pra ele enquanto lambia meus dedos digo – Gostou do boquete e eu sei chupar legal né? – A resposta foi clara – Você é uma putinha boqueteira – Ri desse comentário enquanto lambia o esperma que saia da cabeça do pau dele sentindo-me feliz, pois um homem me chamou de putinha boqueteira.

Após deixar bem limpa a cabeça do seu pau, ele me levanta, fecha a tampa do vaso. Sentasse e fala – Sua vez de sentar – Fala segurando seu cacete já duro novamente.
Quando me posicionava de pernas aberta para sentar naquela rola maravilhosa, meu nervosismo passou e relaxada comecei de fato a derramam xixi no seu pau, e confesso que adorei ver as gotas finais caírem no membro dele e isso o deixou de pau molhado de xixi e em riste.

E para sentir bem a penetração sentei aos poucos, sentir o pau abrir minha gruta molhada e deslizar entre os meus grandes lábios lubrificados de xixi. Não sabia que era tão gostoso ser uma meretriz, esse momento se tornou saboroso ao pensar n a desculpa que havia dado em casa.

Disse ao meu noivo sobre um servicinho na casa da patroa. Um servicinho que o faria virar corno. Nesse devaneio de pensamentos excitantes subi e desci na vara, minha bunda batia nas coxas dele. Estremeço, mordo o pescoço dele gozando gostoso naquele pau, que sinto lubrificar e inundar minha buceta de algo quente. Ficamos nos beijos de língua, até ele disser que íamos tomar banho. – Tudo bem – digo me levanto deixando o pau dele escapulir da buceta melada de porra.

No Box lavei seu pau que logo estava em pé novamente, comecei uma punheta, mas ele me interrompeu – Minha vez – começou então tocar uma siririca pra mim, me fazendo delirar. De repente, sem o menor aviso, me vira de costas mete o dedo no meu furinho.
É verdade que eu queria da o cuzinho, mas tentei me esquivar, ele me segurou com força socando o dedo fundo – Agora eu vou comer seu cuzinho – fiquei imóvel era o que eu queria, mas o medo também apareceu. Mesmo assim coloquei as mãos na parede, arrebitei a bundinha, Senti aquele pau enorme roçando pelo meu reguinho, louco pra acertar o buraquinho.

Então recuei e disse – Eu não vou aguentar, eu não dou assim sou evangélica, nunca dei a bunda – Mas ao mesmo tempo pensava – Vim atrás agora é justo da a bunda pra ele. Tinha chego até ali, era hora de deixar comerem meu rabinho. Olhei por sobre o ombro para ele, pisquei e passei o sabonete liquido no meu cuzinho – Vem me come. Come meu rabinho.

Nunca vou me esquecer do primeiro homem a meter o pau no meu cuzinho, a sensação da dor aguda do pau dilatar as pregas que aos poucos cederam ao intruso que abriu caminho os pouco. A partir desse momento não tinha mais volta. Eu era uma evangélica que estava finalizando um serviço completo na casa da patroa, meu noivo era corno, e eu estava finalizava a tarefa dando o cuzinho.

Enquanto ele me fodia a bundinha. Eu me sentia anestesiada, mais tesuda e livre, olhando sobre o ombro falei – Se satisfaça nessa mulher que já chupou tua pica, te deu a buceta – Gemi de prazer e continuei – Agora aproveita bem, fode a bundinha dela – Rebolei já acostumada com a rola dele penetrado na profundeza de meu cú.

– Putinha gostosa, pena que vou embora amanhã – Ele falou.
– Caralhudo gostoso, se vier passar uns tempos aqui novamente à gente vai pra motel. Vou com você para lá, invés de ir orar eu vou dar a bundinha para você – Gemi.
– E seu noivo? – Falou safadamente.
– Não se preocupe. Eu o despisto rapidinho – quase gritei nesse momento pensei que ia desmaia tamanha vontade e fúria que ele enfiou. Soqueie os dedos na boceta tocando uma siririca com vontade para receber o esperma no anelzinho rosadinho. Rebolei no pau mais ainda quando recebi a primeira gozada. Gozei involuntariamente empurrei meu corpo para frente fazendo seu pau sair do meu rabinho, sentir a porra escorrer pelas pregas e coxas.

Quando tudo passou, a excitação sessou eu fiquei envergonhada, sai do Box, a me limpei me vestindo rapidamente. Na saída e Na porta antes que eu conseguisse sair ele me agarrou, levantou meu vestido, abaixou minha calcinha, deixando-me com a bunda a mostra. Sabem o que eu fiz? Abri com as duas mãos a bundinha, para ele visitar porta dos fundos com a língua.  Alguém vê algum problema nisso? Não, afinal fui lá como puta, para chupar, dar a buceta e deixar inaugurarem meu anelzinho. Então é logico que dei a rosquinha de novo.

Quando cheguei a minha casa, meu noivo estava lá sentadinho vendo na TV um programa evangélico. Então fiquei com pena dele, quando ele disse que eu estava linda naquele vestidinho que o deixava excitado. Sorri falando – Vesti para você – Fui até ele e chupei seu pau com a maior delicadeza possível.

Mas a noite, decidi que tinha que o compensar. O levei para a cama e me insinuei e dei a bundinha pra ele, fingindo ser a primeira vez, que para minha sorte ele acreditou. Gostei do prazer de ser puta tanto que logo na manhã seguinte cedinho, logo depois que os patrões saíram para trabalhar voltei lá para encontra, antes que partisse o homem que inaugurou meu cuzinho.

Encontrei-o na cozinha tomando seu café. E depois de uma breve conversa, não perdi tempo, sentada na cadeira mamei sua rola, esfreguei nos lábios. Depois na beirada da mesa dei a bocetinha.

Indo para o quarto dele, ele me prensou contra a parede.  Sorrindo arrebitei a bunda levando mais pau na xana. Rebolei no pau dele. Depois fomos pra cama, e fizemos um papai e mamãe, sem nem vacilar logo ofereci bundinha pra ele como despedida, eu mesma pincelei pau na entradinha e fui enterrando devagar.

Voltei para casa depois de o ver partir, nas semanas que se seguiram dei a bunda varias vezes para meu noivo, levei gozadas no cuzinho gostoso. O tempo passou e nos casamos. O cara nunca mais voltou ou deu noticias. Por saudades dele e querendo relembrar os acontecimentos costumo levar meu marido na hora que vou fazer xixi e mamo o seu pau lembrando-me do que fiz antes.

Jurei que nunca mais ia fazer isso com outros, mas é que vieram outros três amigos dos meus vizinhos para passar uns tempos na casa deles. Não demorou que eu desse sinal da putinha que era. Adoro a vida de meretriz, então eu dou pro três de uma vez. E vocês devem imaginar, que uma mulher que da assim, é muita esporrada na face, no cabelo, na boceta e no anel rosado.

Saindo dos motéis, sempre fui orar todas às vezes. Afinal ninguém pode descobri que sai de casa pra da à boceta, mamar e ser enrabada. Quando chego para orar, como uma boa putinha que sou ainda trago nos lábios resíduo de esperma.

Claro que quando chego dou uma piscada pra filha do pastor, ela sabe que fui ser putinha. Em casa dou um beijo no meu agora marido. Mas não sou tão pervertida assim, eu escovo os dentes primeiro e quando ele chega não sente mais o gosto de rola que trago nos lábios. Meus vizinhos, nem meus patrões, nem a congregação desconfiam da evangélica puta que sou, e se ninguém desconfia fico feliz da vida em ser empregada vadia.

Conto enviado por:  Maísa Ibida (Obrigado)

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