Um macho de verdade


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O que vou relatar aqui realmente aconteceu, e estou compartilhando isso porque não consigo guardar aquela experiência só pra mim.
Me chamo Jéssica e sou loirinha, 19 anos, peituda e meço 1,64. Isso aconteceu terça-feira, dia 18 de dezembro, e acredito ter sido o melhor dia da minha vida.

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Eu era a única do meu grupo de amigas que nunca tinha traído o namorado. Eu me orgulhava daquilo profundamente, embora tivesse tido inúmeras oportunidades de fazer, visto que meu namorado era extremamente liberal comigo. Me deixava sair quando eu quisesse, usar a roupa que eu quisesse, andar e falar com quem eu quisesse…

– Você ta sendo boba. Aproveita que teu namorado é trouxa. – elas diziam pra mim.
Mas eu não podia. Não era certo e pra ser sincera, nunca senti vontade de fazer nada com outro cara. Isso até eu conhecer o Borela.
João Borela era um cara folgado e lindo, braços fortes, peitoral definido, cabelos crespos e tinha um jeitão de moleque que me fazia questionar profundamente minha fidelidade.

Ele estudava na turma ao lado da minha, e era conhecido por ser o maior comedor da escola, mesmo namorando. Ele era o cara perfeito: impunha limites na namorada; não deixava ela usar roupas curtas, ela não podia ter amigos homens, e ele mandava completamente no relacionamento. Basicamente, ele podia comer todas as mulheres que via, mas a namorada dele apanhava se desse uma olhada para outro cara. Eu amava aquilo. Queria aquele tipo de relacionamento, mas do jeito que meu namorado era liberal, isso nunca aconteceria.

Então, terça-feira o professor de matemática teve de faltar ao trabalho, e tivemos educação física com a turma do Borela ao invés disso.
Os meninos foram pra quadra jogar futebol enquanto as meninas ficavam do outro lado jogando vôlei. Era muito gratificante ver a namorada do Borela usando calça e moletom naquele calor por imposição dele. Por que eu não poderia ter um macho assim?
Em dado momento, me peguei distraída e tive a atenção roubada por um toque nas costas.

Quando me virei, vi Borela, sem camisa, suado, exibindo aquele corpo perfeito e um volume saliente no short de jogar bola.
– Vamo foder. – ele estava mandando, não pedindo.
Olhei instintivamente para a namorada dele, que claramente estava desconfortável com o que via, mas não podia fazer nada.
– Mas e a tua namorada? – perguntei por educação.
– Foda-se. Vamos trepar hoje às 18:00. Tu foi a única vagaba em quem eu não meti da tua sala. Vamos consertar isso hoje. Eu sei aonde tu bora. Broto lá sem falta.

E saiu andando se sentindo o dono do mundo. Os amigos até cumprimentaram ele como se ele tivesse tirado a própria Excalibur da pedra.
Eu fiquei pregada no chão até aquele corpo gostoso desaparecer ao longe.
Quando a sirene do recreio disparou, eu fiquei esperando meu namorado embaixo da árvore onde nos encotrávamos costumeiramente.
– Oi, amorzinho. – disse ele, com o sorriso perolado que ele sempre dava ao me ver. – Fiz esse desenho pra você. – e me entregou uma folha de papel com um desenho de um casal se beijando no meio de vários corações… Que brega… O Borela nunca daria algo assim pra namorada dele. Provavelmente mandaria ela trazer cerveja…

Tive que fingir contentamento com o desenho e o coloquei no bolso.
Durante o restante do intervalo eu só fiquei pensando no Borela e em como eu magicamente consegui ficar atraída por ele a ponto de não ligar nem um pouco pro meu namorado sendo romântico e meloso comigo ali do meu lado.
Então eu finalmente pude ir embora pra casa.

Fiquei lá jogada na cama pensando no Borela e em como ele devia foder bem, visto que ele já até conseguiu ser aprovado em uma matéria só porque fodeu a professora, mesmo as notas dele sendo péssimas.
Quando fechou 18:00 horas a campainha tocou e meu coração saltou pela boca.
No portão, vi Borela, sem camisa, com short de jogar bola coçando o saco e olhando pras mulheres que passavam na rua. Abri o portão e ele entrou me empurrando, da forma mais folgada e grossa possível… Só ali eu já estava excitada <3
– Ta pronta pra levar pica? – perguntou ele, todo presunçoso.

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– C… claro. – gaguejei, tentando não focar no volume enorme no short dele. – Vamos pro quarto dos meus pais. A cama é maior.
E então fomos em silêncio. A cama dos meus pais era tamanho Queen, o que quer dizer que teríamos espaço de sobra.
– Então é aqui que o homem da casa enraba a vagabunda que só serve pra fazer comida e foder? – perguntou ele, abrindo as gavetas sem permissão.

– É sim. Meu pai e minha mãe. – eu disse, não conseguindo aguentar o tesão…
Ele pegou uma camisinha do meu pai e fechou a gaveta.
– Com certeza minha pica é maior que a do teu coroa, espero que sirva. Se tu engravidar problema é teu. Vou fingir que nem te vi.
– Isso… – gemi sem nem perceber as palavras chegando.
Aquele macho gostoso me jogou na cama com violência, tirou o short e colocou a camisinha naquela pica de 18cm que tirara da cueca.
– Vai ficar de cueca? – perguntei.

– Óbvio. – respondeu ele, alisando o pau através da camisinha. – Aqui o cu é sagrado. Só tiro ele pra fora pra cagar.
Então ele levantou meus tornozelos e meteu tudo de uma vez, sem se importar com dor nem nada. E começou a bombar com toda a força, arrancando gritos de mim como meu namorado nunca tinha conseguido antes.
– Ta… Ta tão bom. – eu gemi.
– Eu sei, sua puta. – disse ele, com a voz bem grave. – Tu é bem apertadinha. Aquele viadinho do teu namorado deve ter um piru bem pequeno.

– Ele tem… ele tem… – eu estava delirando com aquela pegada. Eu tinha perdido muito tempo com meu namorado.
Ele de repente me pegou no colo e começou a me comer no ar. Ele tinha uma pegada tão forte que eu achei que eu fosse quebrar. Ele fazia tão rápido… Tão forte… Eu não parava de gritar e arranhar as costas dele.
– Mais!! Por favor! Mais! – eu suplicava.

– Cala a boca, puta. – mandou ele, sério.
E então me controlei pra não gemer mais. O desejo dele era uma ordem. Ele era o macho dominante e eu era a puta frágil. Ele tava fazendo um favor pra mim me comendo daquele jeito. Eu devia me considerar com sorte.
De repente ele me jogou de volta na cama, só que de costas, e meteu mais uma vez. Reparei que ele ficava se admirando no espelho que tinha no quarto. Mostrando os músculos para si mesmo e de vez em quando tirando o pau de dentro de mim pra olhar o reflexo dele.
Eu tava acabada… Vencida completamente. Que pau… Que pegada…

Quando eu tava prestes a começar a alucinar de tesão, ele tirou o pau de mim, jogou a camisinha longe e gozou em cima da minha bucetinha vermelhinha e rasgadinha de tanto levar pica.
Ele urrou tão alto quando gozou que eu sabia que os vizinhos tinham ouvido.
– Porra! Eu sou muito foda, cara. – disse ele, vestindo o short novamente. – Pronto, agora tu ta comida. Sortuda, hein? Tô indo embora, puta. E te prepara que até amanhã todo mundo já vai estar sabendo que eu acabei contigo.
Eu sabia que ele iria espalhar. Era óbvio. Do jeito que ele gostava de se achar…

E não deu outra. No dia seguinte, meu namorado terminou comigo por eu ter traído ele. Mas a culpa era totalmente dele. Quis ser fofo, dar liberdade, ser romântico, e me perdeu pra um homem de verdade.
Perdi meu namorado mas valeu muito a pena. Quem sabe um dia eu tenha sorte de ser comida pelo Borela mais uma vez. Mas até lá só posso ficar sonhando com um homem que nem ele.
Se você é como o Borela: machista, bom de cama, proíbe ou proibiria sua namorada de sair com roupa curta, me chama. Podemos conversar
<3

Conto enviado por:  Jéssica (Obrigado)

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